
Carvalhal-Miúdo (foto de Jorge d'Azevedo)

Ladeiras (foto de António Martins)
Serra dos meus encantos
e dos meus progenitores,
que fez largar os prantos
de alegrias e dissabores.
As mãos que te embalaram
por aqui já não estão…
desde que daqui abalaram
resta a simples recordação.
Sente-se agora a nostalgia
quando te memorizamos
no núcleo da nossa mente.
Pretexto para a ousadia
dum tempo que ansiamos
de te ter sempre presente!...
António MR Martins
3 comentários:
Vim espreitar os teus poemas vais um abração.
Voz do Goulinho
António Assunção
Carvalhal é um lugar? me chamo PAULA REGINA FACCHINETTI CARVALHAL ^^
Olá António. Dei um salto aqui e apanho mais um poema, um soneto que compreendo por sentir as suas palavras como minhas. Aquela serra, terra de meus avós maternos, tem-me prisioneira também.
Fique bem.
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