sexta-feira, 14 de maio de 2010

Dia 13 de Maio - Dia da Ascensão de Nª. Senhora (feriado municipal, em Ansião)

Ontem, dia 13 de Maio, dia da Ascensão de Nossa Senhora (data escolhida para feriado Municipal do concelho de Ansião), enquanto o Papa Bento XVI continuava a sua visita a Portugal, desta feita em Fátima, ao passar de mais um ano desde as Aparições nesse local. Nós, deslocámo-nos até ao campo, para um almoço ao ar livre, conforme é hábito antigo por esta ocasião, nesta região.
O local escolhido foi o Anjo da Guarda, situado num monte perto de Pousaflores (uma das freguesias do concelho de Ansião). De onde podemos avistar uma enormíssima paisagem, repleta de grande beleza e onde o ar circula sem obstáculos, a seu modo.
No local existem mesas para o efeito e, até (se fosse o caso, levámos comida já feita), a possibilidade de cozinhar.
A primeira foto relata o momento em que a mesa estava ser acarinhada pela distribuição dos alimentos e bebidas.



Sobre as belas observações da natureza e paisagens envolventes, a foto seguinte pode dar uma pequena imagem da realidade neste sítio. Para quem goste de passear e conhecer novas terras e locais pitorescos, este é para ser levado em conta e registado na agenda onde se calendarizam esses passeios.



A capela do Anjo da Guarda, que dá nome ao local, que se apresenta na foto que se segue, no próximo domingo terá missa no âmbito das suas festividades anuais.



No cume do monte, onde se situa o Anjo da Guarda, existem diversos pólos de interesse turístico, tanto sobre o prisma histórico como pela perspectiva da natureza. Na foto seguinte um dos relógios de sol que por ali se encontram.



Também a energia eólica tem por lá meios de concretização. São três os aparelhos lá colocados (foto seguinte).



Depois do almoço, um pequeno passeio a pé pelos espaços que ali nos rodeiam. Lá existem dois retiros para caçadores e muitos pontos com inegável interesse.
Arrumámos as coisas e retomámos a viagem da tarde na procura de novos locais. Parámos em Chão de Couce (para tomar café) e por lá ficámos a descansar um pouco mais e visitar a Igreja Paroquial (foto abaixo). Foi meia-hora recompensadora.



Uma das últimas paragens neste percurso foi em Constantina. A Igreja de Nª. Srª. da Paz é um espaço mítico que desencadeia um enorme afecto e fé à Senhora que lhe dá nome. Tanto que existe uma outra capela reestruturada e estabelecida sob uma moderna construção, com o mesmo nome. Contam-se muitas coisas sobre a Nª. Senhora da Paz.
Há diversos percursos que podem ser feitos por esta região, num sábado ou fim-de-semana, onde se pode descansar e esquecer um pouco da azáfama do quotidiano.
Espero que tenham gostado da referência.


fotos de António Martins, em 13 de Maio de 2010

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Hoje estive no Esporão...

Hoje estive no Esporão...
A convite dos meus tios Aurora e Casimiro, que se encontram a passar uns dias no Esporão, deslocámo-nos a sua casa para com eles almoçar. Fui eu e minha mulher e uma nossa amiga de Ansião.
O tempo estava incerto (tal como tem estado nestes últimos dias), chovendo amiúde, tipo aguaceiros (muitas vezes fortes), o que não foi motivo contrariador para darmos um saltinho a Carvalhal-Miúdo, antes do almoço (que a tia Aurora ficou em casa a elaborar), a fim de mostrarmos a aldeia à nossa amiga.
Lá encontrámos pessoas, o que nos deu um pouco de alegria. Apesar de só estarem na aldeia até à próxima terça-feira.
Regressámos, depois, ao Esporão para a degustação da bela refeição proporcionada pelos meus tios. Uma carne deliciosa coube-nos por ementa, acompanhada de boa pinga. No final saboreámos um magnífico queijo.
O café viemos tomá-lo à estrada.
Cumprimentámos alguns residentes, conhecidos, e com eles trocámos algumas palavras.
Em baixo várias fotos do Esporão, que tirei com a intenção de vos mostrar...








fotos de António Martins (Esporão, 12 de Maio de 2010)

domingo, 9 de maio de 2010

Casal de S. Simão (Aguda - Figueiró dos Vinhos)

Casal de S. Simão é uma aldeia convencionada à rota das: Aldeias do Xisto.
Estive lá em Fevereiro último e desfrutei de toda a sua beleza e da observação do seu aspecto pitoresco. De lá se podem visionar lindas paisagens.
E, depois, também se pode tomar uma refeição no seu excelente restaurante "Varanda do Casal", onde a ementa dispõe de muitos dos característicos pratos da região, acompanhados de belas iguarias (tanto à anteceder a refeição, como a seguir dela). Boas bebidas e excelentes doces para a sobremesa.
A última foto é a do restaurante.
Quando puderem visitar esta aldeia façam-no. Não vão perder nada com isso, antes pelo contrário.
Casal de S. Simão pertence à freguesia de Figueiró dos Vinhos.










fotos de António Martins (Casal de S. Simão - Fevereiro de 2010)

quarta-feira, 21 de abril de 2010

A flor, a abelha e o mel

Ainda a flor sorria
Do beijo que a abelha deu
Outra abelha lhe pedia
Um pouco do pólen seu

Mais um sorriso surgiu
Pelo gesto carinhoso
E logo depois partiu
Com seu manjar guloso

Junta-se à abelha anterior
No voo para a colmeia
Numa aliança em puro anel

São percursos de amor
Que a natureza incendeia
E nos dão o saboroso mel


António MR Martins

terça-feira, 20 de abril de 2010

Coimbra - Dois de muitos pormenores 9

Jardim Botânico

Em múltiplos pormenores.








































Seminário Maior

As obras do Seminário Maior tiveram início no ano de 1748. Os edifícios são precedidos por um jardim de aparato, traçado no século XX, mas de estilo barroco. A fachada é formada por cinco corpos, sendo o central correspondente ao corpo da igreja original. O templo é de pequenas dimensões mas de grande nível, tanto pela sua arquitectura como pela sua decoração.


quarta-feira, 7 de abril de 2010

Os pastores de idos tempos

Nestas terras, verdejantes,
saía, outrora, o pastor;
com suas ovelhas saltitantes
em ofício de enorme valor.

Pela fresquinha manhã,
estava o pasto tenrinho;
caminhava lesto, com afã,
e o seu gado de mansinho.

Passava-se isto nas aldeias
onde nasceram meus pais,
em tempos de sua infância.

Também eles pastores a meias,
interiorizados de outros ideais,
mudaram para outra distância.

António MR Martins



foto de António Martins (A velha mina, na parte mais elevada, de Carvalhal-Miúdo - Setembro de 2007)

terça-feira, 23 de março de 2010

Ladeiras - Alguns pormenores...

Ficam algumas imagens da aldeia das Ladeiras (terra onde meu pai nasceu), obtidas numa manhã de Julho do ano passado.


O fontenário da parte cimeira da aldeia, quando a abandonamos e nos encaminhamos para o Esporão.

Uma parte do lado direito da estrada, no sentido ascendente da aldeia.



Uma das paragens, de autocarro (carreira, conforme se dizia antigamente...), das Ladeiras.



Uma panorâmica no sentido descendente.
fotos de António Martins - Ladeiras, Julho de 2009

Brincadeiras entre cães, no Esporão

Foi numa bela tarde de Julho, do ano passado, quando demos um saltinho ao Esporão, depois de termos feito a visita ao Museu Casimiro Martins, e quando nos encontrávamos em amena cavaqueira com a Marisa Barata e sua mãe, que deparámos com esta bonita brincadeira entre cães (que penso pertencerem ao Esporão). Fica registada a animosidade.


Esta salutar relação revela a empatia que acontece entre os animais irracionáveis, que muita vezes se distancia do trato com que os animais racionais, os seres humanos, têm.


Ao fim e ao cabo retratou-nos, em surpresa, um belo momento que nos deleitou, momentaneamente, a vista e o interior.

O culminar teve o seu epílogo com uma breve meiguice...
fotos de António Martins, Julho de 2009 - Esporão

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Terra presente


Carvalhal-Miúdo (foto de Jorge d'Azevedo)

Ladeiras (foto de António Martins)

Serra dos meus encantos
e dos meus progenitores,
que fez largar os prantos
de alegrias e dissabores.

As mãos que te embalaram
por aqui já não estão…
desde que daqui abalaram
resta a simples recordação.

Sente-se agora a nostalgia
quando te memorizamos
no núcleo da nossa mente.

Pretexto para a ousadia
dum tempo que ansiamos
de te ter sempre presente!...


António MR Martins

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Mudança de domicílio


Ansião - Pelourinho e edifício da Junta de Freguesia (foto da Panoramio, sob copyright)

Tenho deixado este local um pouco ao abandono, pois a ausência tem sido grande.
No início de Janeiro mudei-me para uma terra que já vinha namorando há algum tempo, ainda o meu amigo que faleceu em Setembro passado era vivo. Ele morava aqui e muitas vezes vinha a sua casa. Vendi a casa de Massamá e mudei-me para Ansião. Agora é conseguir por as coisas nos devidos lugares, as coisas que nunca mais encontramos e que estarão numa qualquer caixa, limpar e arrumar e assim se vai passando o tempo. A escrita, mais propriamente a poesia também me tem levado muito do tempo livre. Dia 20 estarei de novo em Lisboa para apresentar a obra de uma autora que vem de Portalegre (Alentejo) e dia 27, de novo, o meu filho lança o seu segundo livro de poesia "Etéreo", sob a chancela da Temas Originais, no Auditório do Campo Grande, 56. Espero, dentro em breve, estar disponível e com a cabeça limpa para continuar postando notícias e fotos antigas e modernas aqui, sobre as aldeias da nossa região.
Bem haja quem aqui tem vindo amiúde.
Agradeço a vossa companhia e compreensão.
Até breve!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

À volta do lançamento do meu segundo livro de poesia "Quase do Feminino", no passado sábado 28 de Novembro, no Auditório do Campo Grande, 56, Lisboa

Foi uma tarde que não esquecerei. Tudo decorreu em boa harmonia e óptima disposição em ambiente de enorme empatia. Tivémos um duplo lançamento, em simultâneo, com o meu livro "Quase do Feminino" e o livro de contos "Traços do Destino e outros contos", da escritora e poetisa Vera Sousa Silva. Pela editora, que fez dar à luz estas duas obras, Temas Originais esteve presente Paulo Afonso Ramos. Na apresentação do meu livro situou-se, de forma sublime, Catarina Boavida, uma jovem de inegáveis talentos e uma amiga com A (grande), no mesmo papel para o livro da Vera respondeu o escritor Carlos Teixeira Luís. Ocorreram durante o evento, intercalando as intervenções, belos momentos musicais a cargo de um cantor e músico ucraniano, possuidor de uma excelente e bonita voz. Finalmente, a referência aos prefaciadores das obras, que fizeram um trabalho de excelente qualidade e com grandiosa intensidade: - Para o livro de minha autoria, a jornalista Sónia Salvador esteve portentosa, manifestando, dessa forma, todas as suas capacidades de análise e, sobretudo, de escrita e para o livro da Vera o poeta Vítor Cintra elaborou um texto de acordo com o que dele já conhecemos. É um excelente poeta e um óptimo ser humano.



Dando os habituais autógrafos, a meu lado Catarina Boavida.


Catarina Boavida, António MR Martins e Paulo Afonso Ramos.



Um dos três momentos musicais.


Um autógrafo bem significativo, à minha cunhada Paula Simões.



E mais outro...


Catarina Boavida e António MR Martins mostrando a obra "Quase do Feminino".
Fotos de Gonçalo Lobo Pinheiro

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Lançamento do meu segundo livro de poesia "Quase do Feminino"

Pois é...

No próximo dia 28 de Novembro, pelas 16:00, ocorrerá no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, o lançamento do meu segundo livro de poesia, sob a chancela da Temas Originais. Este lançamento terá a particularidade de ser feito em simultâneo com idêntico passo do livro de contos, de uma autora amiga que admiro pela sua escrita, "Traços do Destino", de Vera Sousa Silva.

O livro da Vera será apresentado por outro grande poeta, Carlos Teixeira Luís, um autor de grande sensibilidade, que tenho, igualmente, por amigo. Quanto ao prefácio da sua obra é escrito por um grande poeta e, também, bom amigo, Vítor Cintra.

O meu livro que conta com um prefácio escrito por Sónia Salvador, uma jovem jornalista que domina as palavras a preceito, o que fará elevar a obra a um outro patamar, terá a sua apresentação a cargo de uma outra jovem de grandes qualidades, tendo em conta a sua ávida preseverança de vida, na perspectiva de alcançar seus sonhos, Catarina Boavida.

Se puder, apareça!

Poderá usufruir de uma bela tarde na companhia das nossas palavras e das nossas pessoas.

Obrigado.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Gonçalo Lobo Pinheiro recebe o 2º Prémio de Fotojornalismo Liberty Seguros 2009

Com a foto que se segue, Gonçalo Lobo Pinheiro obteve o 2º lugar (2º Prémio) no Concurso de Fotojornalismo Liberty Seguros 2009, na categoria Melhor Momento Liberty, que decorreu, simultaneamente, com a 71ª. Volta a Portugal em Bicicleta, realizada em Agosto passado.

Mais um motivo de orgulho depois de, há dois anos atrás, ter conseguido o 1º Prémio na mesma categoria.

Muitos parabéns!!!


foto de Gonçalo Lobo Pinheiro (Nuno Ribeiro, na sua chegada à Torre, durante a 71ª. Volta a Portugal em Bicicleta, Agosto de 2009)

Uma das primeiras fotos tiradas pelo Gonçalo Lobo Pinheiro...

Em tempo de férias em Carvalhal-Miúdo, já lá vão alguns anos, após uma refeição (pelo que se observa, deverá ter sido um almoço) todos olharam para o boneco e ficaram como abaixo se pode observar. Foi uma das primeiras fotos tiradas pelo meu filho, que hoje "dispara" a torto e a direito, pela sua profissão de fotojornalista.
Os meus avós, na altura ainda vivos, também ficaram registados...


foto de Gonçalo Lobo Pinheiro (na casa de seus bisavós, em Carvalhal-Miúdo...)

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Casamento de Luís Martins e Anabela Martins

Foi uma união entre descendentes de Ladeiras e Esporão que ocorreu a 30 de Março de 1986. Já lá vão uns aninhos.
Os meus pais apadrinharam a noiva neste seu passo (foto abaixo)...


quinta-feira, 10 de setembro de 2009

A candidatura de um amigo...


Porque se trata de um amigo (sempre presente), porque esta situação se enquadra no espírito regionalista e porque alude a uma localidade inserida no espaço beirão (Pomares).

Porque para além de tudo isso, existe uma admiração pessoal por mim nutrida pela pessoa de António Manuel Silva, passo a publicar o texto que se segue, originário do blogue "O Rouxinol de Pomares".
As maiores felicidades para o seu projecto, amigo António...

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PORQUE ME CANDIDATO?



Decidi candidatar-me porque gosto da minha terra e tenho disponibilidade de tempo para ajudar a melhorar a qualidade de vida dos meus conterrâneos.

É para mim uma honra corresponder ao apelo do Partido Socialista (não sou militante do PS) e protagonizar um processo eleitoral para conquistar a J. F. de Pomares.
Não numa perspectiva de mudar por mudar a cor do poder, mas na perspectiva de trilhar um verdadeiro caminho de mudança à luz dos melhores conhecimentos de gestão para a freguesia e duma nova geração de políticas para Pomares.

Decidi candidatar-me porque sinto que estou preparado para assumir este desafio. Sei que posso fazer mais e melhor pela freguesia com a equipa que lidero e que também está interessada em dar o melhor pela sua terra e são o garante de um trabalho responsável por Pomares. Sei que é com uma nova visão, com uma outra cultura que podemos crescer e vamos trabalhar para minorar a situação periférica de Pomares em relação a Arganil.

Não me apresento às próximas eleições de 11 de Outubro como adversário de alguém, mas tão só como uma possibilidade de escolha e alternativa, com ideias, projectos e sobretudo atento a tudo o que possa ser do interesse da freguesia de Pomares.

Todos sabem que não tenho interesses económicos em Pomares, apenas tenho o interesse de servir a minha terra e a freguesia.

Quem me conhece ou comigo partilhou momentos do meu trajecto social ou profissional, quem conhece, o meu percurso de vida e o meu percurso profissional, ou mais recentemente a actividade que tenho com o meu blogue “O Rouxinol de Pomares”, entenderá facilmente a razão da minha dedicação à freguesia de Pomares.

A mudança tem um nome: António Manuel Silva



segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Caminho de Carvalhal-Miúdo para as Ladeiras

Enamorado, também, de outras palavras (as da poesia), que me vão inspirando encantos e desencantos, e envolto no desiderato que vai culminando com o letal destino, deveras sofrido, da perda lenta e agreste de mais um grande amigo, tenho deixado um pouco ao abandono este precioso local, pelo qual tenho muito enlevo...
Hoje vou escrever sobre o caminho que nos levava do Carvalhal-Miúdo às Ladeiras e vice-versa. Era habitual após o almoço os homens irem até às Ladeiras passar a tarde na taberna do meu avô, onde por ela fora se bebiam uns copitos e se comiam uns petiscos, com as rodadas que se íam pagando, cada um de sua vez. Também se juntavam a jogar à sueca e depois a equipa que perdia pagava a sua rodada.
Aos sábados e domingos o meu avô de Carvalhal-Miúdo também nos acompanhava, pois descansava da sua faina quotidiana nos campos e dos cuidados a ter com o gado. No regresso à noitinha dava-lhes um fardo de palha que distribuia, em pontos estratégicos, pelo curral. Nestes dias as mulheres também vinham até à venda.
Partindo de Carvalhal-Miúdo subia-se à Ramalhuda e aí se tomava o caminho pelo meio da vegetação, passando pelos castanheiros, pelo Robal até aos Lameiros e daí se subia para a taberna, onde outras pessoas já por lá se encontravam. Depois, ao escurecer sucedia o regresso, muitas vezes com muita risada por companhia. Pudera, depois de uma tarde a beber do tinto.
Era o habitual encontro de fim-de-semana...



foto de António Martins (Casimiro Rodrigues (meu avô) segue à frente, de seguida vem Casimiro Rodrigues Martins (meu pai) e atrás o sr. Abel das Neves, início dos anos setenta)

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Festas das Ladeiras de Góis, de há 35 anos

As fotos abaixo referem-se às festas das Ladeiras, que ocorreram há trinta e cinco anos. Foi neste evento que aconteceu a apresentação do tradicional hino da aldeia, da autoria da D. Graciette Barata (letra). Eu tinha dezoito anos e estive presente. Recordo a presença de muita gente nessa ocasião. Saiu uma excursão de Lisboa (onde eu me incluí, com os meus pais e irmã), em autocarro de cinquenta e tal lugares (cheio), muitas pessoas deslocaram-se nos seus carros e a D. Graciette fez-se acompanhar das jovens moças que faziam parte do coro da Igreja (trazendo muita juventude àqueles festejos), de uma localidade da margem sul, que agora não me ocorre qual foi. Também já muitos naturais se encontravam de férias. Fizeram-se diversas amizades e muita gente pisou, naqueles dois dias, os caminhos da estrada principal, ruas e carreiros da aldeia das Ladeiras. Houve muita música, diversão, ouviram-se excelentes vozes (das moças do aludido coro) e até nós rapazes presentes fizémos questão de cantar, uma ou duas canções (mas muito desafinadas), que resultaram em momentos de grande humor. Recordo o nome de alguns primos na altura presentes, para além de mim: Luís Cunha Martins, Jorge Martins, José Carlos Martins, António Alberto Rodrigues, Carlos Jorge Rodrigues, entre outros.



Nesta foto reconhecem-se, sentadas nas escadas (tudo mulheres): - Olinda Martins (minha avó), Ilda Rodrigues (minha tia), Odete Rodrigues (minha prima), Maximina Rodrigues Martins (minha tia), D. Júlia Barata, Anabela Barata (sua filha), D. Maria do Céu, Isaura Martins Rodrigues (minha tia), Maria Alzira Rodrigues Martins (minha irmã), Alice Martins Rodrigues (minha mãe) e uma senhora de pé, que não sei o nome, mas penso ser alguém que os meus tios dos Olivais, levaram consigo, se não estou em erro.



Nesta fotografia temos homens somente, bebendo o seu copinho e degustando os mais diversificados petiscos elaborados para o efeito, donde posso referir alguns dos seus nomes: - Casimiro Rodrigues Martins (meu pai), Casimiro Rodrigues (meu avô), sr. Abel das Neves. Mais atrás, não me recordo, no momento o seu nome, mas era o marido da D. Elvira, António Rodrigues (meu tio), mais duas pessoas que não sei o nome e, finalmente, atrás do lado direito o sr. Casimiro, das Ladeiras (de quem lancei uma súmula biográfica neste local, tempos atrás).
Foi realmente um fim-de-semana de se lhe tirar o chapéu...

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Um passeio à Cerdeira



A foto acima refere-se a uma ocasião passada há mais de 30 anos. Não posso precisar a data, mas já lá vão muitos anos. Em tempos de férias fomos dar um passeio à Cerdeira de Góis e creio que devemos ter almoçado na Póvoa.

Após o almoço, e para facilitar a digestão, descemos à Cerdeira a pé e por lá caminhámos um bom pedaço.

A foto foi tirada (por mim) à porta da Capela.