segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
A aldeia do Esporão está mais pobre...
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
A visita às suas aldeias (anos 50)

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Coimbra - Dois de muitos pormenores 7
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foto de Hugo Mendonça (Ponte de Santa Clara e rio Mondego - Janeiro de 2005)
PADARIA POPULAR (Agostinho Rodrigues Bela) "SNACK-BAR"
Situada no Largo Freiria nº. 13, em Coimbra, perto de uma das ruas mais movimentadas da baixa coimbrã. Boa localização. Vale pelo grande painel de azulejos que compõe a frontaria, de aspecto antigo e bem ao estilo da cidade. Talvez valha a pena passar por lá, entrar e saborear as refeições.

foto de António Martins (frontaria da Padaria Popular/Snack-Bar - Dezembro de 2005)
Mioteira
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Coimbra - Dois de muitos pormenores 6

foto de António Martins (Estátua de D. João III, em frente à Universidade - Abril de 2006)
MUSEU MILITAR DE COIMBRA
Em 5 de Dezembro de 1985 é criado a título transitório, como órgão do Quartel General da extinta Região Militar do Centro, o Museu Militar de Coimbra. Em 6 de Dezembro de 1985, aproveitando-se as comemorações do VIII centenário da morte de D. Afonso Henriques, patrono do Exército, é inaugurado oficialmente o Museu Militar. O museu está instalado numa dependência anexa do Convento de Santa Clara-a-Nova, edifício histórico do século XVII. Situado no Largo da Raínha, em Santa Clara. Encerra a 1 de Janeiro e a 25 deDezembro. Expõe material militar: armas e uniformes, assim como artigos diversos com conotação militar.
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foto de Hugo Mendonça (fachada do edifício do Museu Militar de Coimbra - Janeiro de 2005)
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Meus pais em tempos de namoro...

domingo, 30 de novembro de 2008
Coimbra - Dois de muitos pormenores 5
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Foto de António Martins (Miradouro do Vale do Inferno, Janeiro de 2005)
PONTE RAÍNHA SANTA ISABEL
Projectada pelo engenheiro António Reis, a mais recente travessia rodoviária sobre o rio Mondego é composta por duas faixas de rodagem, com três vias em cada sentido. A sua inauguração, em 2004, veio permitir o acesso mais rápido à zona do Vale das Flores e Pólo II da Universidade, para quem vem do IC2 ou da margem esquerda da cidade.
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foto de Hugo Mendonça (Panorâmica sobre a cidade Coimbra, com a ponte Raínha Santa Isabel em destaque - Janeiro de 2005)
Vale da Fonte
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Coimbra - Dois de muitos pormenores 4

foto de António Martins (Arco de Almedina, em Coimbra - Dezembro de 2005)
CAFÉ-RESTAURANTE SANTA CRUZ
Fica situado na Praça 8 de Maio, em Coimbra, ao lado da Igreja com o mesmo nome. É um local mítico da cidade, muito bonito e onde se pode saborear o bom café, conversar em boa companhia e observar a beleza que compõe este belíssimo edifício. Na sua frontaria pode-se ver artística composição de vitrais.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
A venda do meu avô (Ladeiras)
sábado, 22 de novembro de 2008
Armando Rodrigues
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Coimbra - Dois de muitos pormenores 3

foto de António Martins (Entrada do Jardim da Sereia - Abril de 2006)
AQUEDUTO DE SÃO SEBASTIÃO
O Aqueduto de S. Sebastião (ao Arcos do Jardim), situado em frente ao Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, foi outrora aqueduto romano, que servia para abastecer a alta de Coimbra. Construído pelo italiano Filipe Terzio no reinado de D. Sebastião. É altamente relevante pela sua imponência. E pela minuciosa observação deparamos com um belo exemplar da arquitectura, que é considerado monumento nacional.

foto de António Martins (Vista parcial do Aqueduto de S. Sebastião - Abril de 2006)
Do outro lado do rio

foto de Casimiro Rodrigues Martins (foto dos noivos, tirada em Carvalhal-Miúdo, no dia do casamento)
terça-feira, 18 de novembro de 2008
O homem, a terra, O MILHO, a farinha e o pão (em verso)
remexe a terra,
semeia um tanto
pela primavera.
Decorre o tempo,
cresce a planta
e o sentimento
ao céu levanta.
Depois desfolha,
sempre a preceito,
sem uma escolha
do mesmo jeito.
Vem o despontar
(de certa maneira),
ou desbandeirar
à soalheira.
Tira as barbelas,
que o tempo urge,
sem sequelas
o apanhar surge.
Leva as espigas
para o palheiro
e sem intrigas
escapela primeiro.
O descamisar
fá-lo em grupo,
para o aliviar
de ouvir um apupo.
Ecoam cantigas,
dão-se em abraços,
no aparecer espigas
de rei a espaços.
Faz a debulha,
os grãos põe na eira,
disso se orgulha
de outra maneira.
Ao sol fica à seca
por algum tempo,
depois da espera
chega o momento.
Vai para moer
no moínho do rio,
é o leve sofrer
dias a fio.
Feito em farinha
trá-lo para casa,
em sacos de linha
na arca os vasa.
De tempos a tempos
na gamela a amassa,
sem contratempos
tudo ultrapassa.
Depois de moldada,
pelas mãos da mulher,
a forma é criada
numa mesa qualquer.
É levada ao forno
para o seu cozimento,
sem fazer transtorno
mas com sentimento.
Passada a sua hora,
com toda a atenção,
retira sem demora
o tão ansiado pão.
Nuance passada
que não foi à toa,
é agora chegada
a esperada broa!...
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
"Belanazirató"

terça-feira, 11 de novembro de 2008
Coimbra - Dois de muitos pormenores 2

PENEDO DA SAUDADE
Local mítico de Coimbra, de onde se avista uma deslumbrante panorâmica da cidade. Ali se encontraram, através dos tempos, milhares de casalinhos de namorados, por ali passaram inúmeros estudantes para estudar e/ou conviver, ali permaneceram largas horas, por dia, centenas de artistas (pintores, escritores, poetas, desenhadores, escultores, etc.). Ali se fizeram muitas e muitas serenatas, onde o fado de Coimbra teve papel de realce. Tem sido, ao longo dos séculos, palco de muitas vivências. Quando os estudantes se formam e regressam aos seus locais de origem é sempre um local habitual para as suas despedidas nostálgicas à cidade. Muitas vezes deixam registada a ocasião com a colocação de lápides com mensagens, sempre sentimentais e revestidas de saudades para sempre...

foto de António Martins (Penedo da Saudade, Coimbra - Abril de 2006)
Canto da parede (Ladeiras)
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Vésperas de S. Martinho
dos remotos tempos do tempo;
que por esta altura a história
abalava, um pouco, o sofrimento!...
Era a grande corrida aos soitos
em busca da esperada castanha;
por entre os matos e magoitos
usava-se da mesma artimanha!...
Comiam-se, às vezes, assadas,
acompanhadas com o belo vinho,
também eram cozidas e piládas,
pelo festivo dia de São Martinho!...
Surgia, assim, uma breve pausa
no árduo trabalho campestre,
todos unidos pela mesma causa,
sob a sábia orientação do mestre!...
Acontecia a abertura das pipas,
para beber o vinho que era novo;
em solene empatia com as ditas,
era a efémera alegria do povo!...
sábado, 8 de novembro de 2008
Monumentos XXIII - Castelo de Penela
sábado, 1 de novembro de 2008
Um casamento pouco habitual de oriundos da serra, está prestes a fazer 50 anos

foto de fotógrafo local (Noivos e convidados junto à porta da Igreja Matriz de Estremoz, em 25 de Janeiro de 1959)
Após o casamento o meu tio Luís foi destacado para gerir uma loja da empresa Custódio Alves, em Coruche, localidade onde permaneceu alguns anos.



